Formação
Desde pequeno, Celso Pixinga teve contato com um músico profissional, que não era outro senão seu pai, Xixa do Cavaquinho.
Aos seis anos, Celso já tocava piano. A vida entre músicos era tão natural para ele que a primeira lembrança musical tem outra referência. “O tempo que estudei piano erudito com a professora Marilene”.
O estudo de piano clássico ficou mesmo na lembrança. Aos 14 anos Celso resolveu se dedicar ao violão e à guitarra. Aprendeu leitura e harmonia com professores utilizando os métodos tradicionais, Pozzoli e Bona, peças eruditas e, mais tarde, partituras de jazz.
A prática do violão, guitarra e, aos 28 anos, o baixo, o instrumento definitivo, Celso aprendeu como autodidata. “80% foi sozinho, indo atrás de qualquer tipo de informação pois, na minha época, o material didático era difícil de se conseguir”.
Celso não hesita ao responder sobre suas maiores influências. “Meu pai, por ser músico, e minha mãe que sempre me deu força”.
Celso, que se considera um “eterno aprendiz”, aponta outras pessoas importantes em sua formação. “Gabriel Ballis, o primeiro professor de harmonia, Mozart Mello, Jessé, o cubano Gonzalo Rubalcaba, o trompetista Randy Brecker. Com eles aprendi basicamente tudo para evoluir”.